sábado, 12 de junho de 2021

quinta-feira, 10 de junho de 2021

MARIA DE PORTUGAL

 


D.L.

"Pseudónimo de Albertina dos Santos Leitão, nasceu em 1884 e morreu em 1971, sendo conhecida como escritora, pintora e ceramista. Frequentou a Escola de Arte de Bolonha, bem como outras em Itália, tendo realizado viagens de estudo a Espanha, França e Holanda.

Era membro da Associação Comercial e Industrial de Lisboa e fazia parte da Assembleia do Grémio dos Industriais de Cerâmica.

Tal como Leopoldo Battistini, Maria de Portugal continuou a tradição da cerâmica portuguesa até à década de 70 - foi uma destacada discípula do artista, e com ele colaborou durante dezoito anos.

Como ceramista, desempenhou as funções de proprietária e directora artística da fábrica Constância/Faiança de Battistini - mais tarde designada “Fábrica de Cerâmica Constância/Faiança Battistini de Maria de Portugal” – da qual foi também responsável pela gestão industrial e comercial.

Esta actividade, que assumiu plenamente a partir de 1936, ligou o seu nome a peças de faiança e a painéis de azulejo que se espalharam pelo país e pelo mundo.

Esteve presente em numerosos concursos de arte cerâmica e de carácter comercial e industrial, promoveu na sua fábrica o desenvolvimento da faiança artística portuguesa, ao mesmo tempo que apresentava estas peças em exposições em Portugal, Espanha, Itália, Brasil, Bélgica, entre outros."




Peça da Fábrica Constância, com Brasão de Vila do Conde, assinada FB - Francisco Branco, autor da decoração.

segunda-feira, 10 de maio de 2021

LÍDIA FARIA


D.L.64


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D.L.71


D.L.72

"... Campeã e recordista nacional no Pentatlo antes da transformação da prova combinada feminina de pista em Heptatlo. A superioridade absoluta que manifestou na prova do Pentatlo ilustra a sua aptidão natural para o Atletismo. Foi recordista nacional e ibérica dos 100 metros, 200 metros, 80 metros barreiras, Peso, Disco, Pentatlo e 4x100m. Uma das melhores atletas de sempre do Sporting Clube de Portugal. ..." (ler +)

sábado, 27 de março de 2021

RACHEL DE QUEIROZ

 

D.L.


"... Qual será, nesta vida, o jovem satisfeito? Um jovem pode nos fazer confidências de exaltação, de embriaguez; de felicidade, nunca. Mocidade é a quadra dramática por excelência, o período dos conflitos, dos ajustamentos penosos, dos desajustamentos trágicos. A idade dos suicídios, dos desenganos e, por isso mesmo, dos grandes heroísmos. É o tempo em que a gente quer ser dono do mundo - e ao mesmo tempo sente que sobra nesse mesmo mundo. A idade em que se descobre a solidão irremediável de todos os viventes. Em que se pesam os valores do mundo por uma balança emocional, com medidas baralhadas; um quilo às vezes vale menos do que um grama; e por essas medida, pode-se descobrir a diferença metafísica que há entre uma arroba de chumbo e uma arroba de plumas. 
..." (ler+)

"Quinta ocupante da Cadeira 5, eleita em 4 de agosto de 1977, na sucessão de Candido Motta Filho e recebida pelo Acadêmico Adonias Filho em 4 de novembro de 1977.

Raquel de Queirós nasceu em Fortaleza (CE), em 17 de novembro de 1910, e faleceu no Rio de Janeiro (RJ) em 4 de novembro de 2003. Filha de Daniel de Queirós e de Clotilde Franklin de Queirós, descende, pelo lado materno, da estirpe dos Alencar, parente portanto do autor ilustre de O Guarani, e, pelo lado paterno, dos Queirós, família de raízes profundamente lançadas no  Quixadá e Beberibe.

..." (daqui) 

sábado, 6 de março de 2021

MARIA BENEDITA MOUSINHO D' ALBUQUERQUE

I.P.12

I.P.13

I.P.23

"... Maria Benedita Mouzinho de Albuquerque Pinho foi uma defensora convicta dos ideais republicanos, disso dando conta na sua correspondência com Bernardino Machado..." (daqui)

"... Aos 17 anos, no dia 1 de julho de 1882, casou na Sé de Leiria com o general e engenheiro militar Joaquim Lúcio Lobo, catorze anos mais velho e natural de Leiria, com o qual teve uma filha de nome Maria Henriqueta Lobo,[5] contudo, devido às várias missões de destacamento do seu marido e a várias incompatibilidades de personalidade, rapidamente a sua relação tornou-se bastante instável e de trato difícil. Esse facto levou Maria Benedita a reivindicar o direito ao divórcio ainda antes da Primeira República. ..." (daqui)

terça-feira, 15 de dezembro de 2020

domingo, 13 de dezembro de 2020

ALICE COCÉA

I.P.22

Ilust.32

"... Et les nombreux amis de Victor viendront perturber les pièces de théatre dans lesquelles joue Alice en la huant et en criant "POINT ! POINT ! POINT !". (ler+)

domingo, 6 de dezembro de 2020

Mª AMÁLIA VAZ DE CARVALHO por CANDIDA AYRES DE MAGALHÃES

 

I.P.

"Vivendo hoje no anonimato memorialístico, Cândida Aires de Magalhães deixou para a posteridade não só a delicadeza inspirada dos seus versos, mas também o lamento do vate filósofo Teixeira de Pascoaes: “Eis aí o destino dos nossos poetas. Não vivem, porque ninguém os lê nem compreende. São fantasmas a falar só, como lhes chamou Lopes Vieira, um outro fala-só (…) [;] Cândida Aires de Magalhães vive recatada na sua modéstia, esse divino crepúsculo…”.
Cândida Aires de Magalhães nasceu na Casa de Pintéus, solar da família Vaz de Carvalho, na freguesia de Santo Antão do Tojal, em Loures, no dia 17 de agosto de 1875. Conhecida nos meios literários seus contemporâneos como Cândida Aires, cresceu no seio de uma família de tradição intelectual, sendo filha do General Cristóvão Aires de Magalhães Sepúlveda, também poeta, e de D. Maria do Carmo Vaz de Carvalho Aires de Magalhães, e sobrinha direita de D. Maria Amália Vaz de Carvalho.

Considerada à época como “uma das mais talentosas poetisas da actualidade” ..." (ler+)